Os preconceitos despem-se e trocam a direcção. Inadvertidamente.
"Como é que chegamos a este ponto?". As questões martelam na memória. Rijas. Abruptas.
Parar. Relativizar. Não gosto. Racionalizar. Racionalizar. Racionalizar?
Inspirar. Expirar. Ufff. Ajuda.
Esboços de decisões são um ponto de partida. Isso não é mau.
Há aqui um novo agora. Diferente de ontem, dos outros. Gosto deste. Faz ir para diante.
O sentimento, esse, é sempre transversal a tudo o resto. O delírio é saber-mo-lo e, ainda assim, permanecermos na imprudência.
O importante, por agora, é que sabemos. Tanto.
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